Claro que nós também colocamos fotos,
mas quando existe excesso de exposição de sua própria imagem é sinal de que ali
existe um tempo desperdiçado .
Muito bacana postar fotos de um evento, de uma
viagem, aniversário,das férias, , enfim algo não mais do que isso. Tem pessoas que
investem tanto no amor próprio que sentem a necessidade de mostrar seu próprio
corpo em inúmeras e repetitivas fotos incentivando pessoas a partilhar deste sentimento.
Certas vezes eu me sinto em um mundo paralelo,
ate meio onde tudo é 8 ou 80…rsrsrs
Nos Estados Unidos, 80% dos internautas americanos por
exemplo,utilizam as redes sociais para trabalho e claro de vez em quando postam
algo para relaxar, no entanto no Brasil 80% dos internautas utilizam as redes
sociais para propagarem seus corpos e vidas pessoais, momentos em bares bebendo publicamente sem nem terem o cuidado de restringirem essas fotos
apenas aos seus amigos ao invés de se exporem publicamente
Parece confuso até aqui?
Sim, o assunto é complexo, mas não devemos sair por ai julgando alguém pelo seu excesso de postagens, cada um sabe de si, certo?
Sim, o assunto é complexo, mas não devemos sair por ai julgando alguém pelo seu excesso de postagens, cada um sabe de si, certo?
Mesmo porque o objetivo aqui ,não tem nada pessoal
contra as pessoas fazerem isso, mas sim mostrar que ao invés de postarem tantas fotos
poderiam estar utilizando parte deste tempo na internet para ganharem mais
dinheiro,aumentar seu patrimônio, pois afinal quem não gosta de melhorar sua vida financeira?
Uma pesquisa recente da eMarketer.com mostra
como os executivos americanos estão aquecendo o uso de redes sociais no
ambiente de trabalho.
Entre 438 executivos das áreas
administrativas, marketing e recursos humanos entrevistados, 81% vêem as redes sociais como meios eficientes para a
construção da marca e melhoria da relação com o cliente.
Um pouco menos de 70% acham que elas
são boas ferramentas de recrutamento, 64% que elas são úteis para o atendimento
ao cliente e menos de 46% pensam que elas podem aumentar a confiança dos
empregados.
Perguntados sobre como eles utilizam
as redes sociais no ambiente de trabalho, 82% citaram que o principal
objetivo é a construção da marca, 60%
para networking e muitas outras razões como atendimento ao cliente, trocar
informações sobre projetos, monitorar a concorrência, prospectar novos
clientes, pesquisa entre outros.
O valor das mídias sociais segundo os
executivos americanos é fundamental para a marca e vendas.
Uma outra pesquisa realizada pela
empresa de segurança Sophos, descobriu que entre 50 e 60% das empresas
entrevistadas bloquearam o acesso às redes sociais nos escritórios para
impedirem seus funcionários de passarem tanto tempo postando fotos da empresa. As principais
preocupações eram a produtividade dos empregados, medo de vírus e receio que os
funcionários dividissem informações confidenciais sobre a empresa nos sites.
Os
publicitários utilizam redes sociais como
marketing em tempo real
O termo designa um tipo de intervenção
promovido pelas empresas em grandes pontos de encontro na internet, onde
multidões de consumidores estão reunidos. Os locais mais visados são o Facebook
(1,44 bilhão de usuários ativos por mês) e o Twitter (302 milhões de
participantes por mês), além do YouTube (1 bilhão de adeptos) e aplicativos
como o Snapchat (100 milhões de participantes por dia), um sucesso entre
adolescentes. O objetivo dessas intromissões não se resume à venda de um
produto – embora não a exclua. Elas têm, na maioria dos casos, um caráter
institucional. As ações visam estabelecer uma espécie de cumplicidade das
empresas com a massa que habita as redes sociais – e, no fim do dia, talvez
conquistá-la., aumentando assim suas vendas e deixando suas marcas registradas.
Para isso, o marketing em tempo real
utiliza-se de um amplo matiz de mensagens. Elas instigam a plateia das redes
com vozes que vão da solidariedade à
indignação. Em outros momentos, tentam cativar a audiência online pela ironia
ou pelo humor. Há um pouco de tudo, contanto que esse “tudo” ative uma
repercussão positiva da marca no universo digital. Há casos de impacto
impressionante.
A
AÇÃO MAIS BEM-SUCEDIDA DE MARKETING EM TEMPO REAL OCORREU NA FINAL DO SUPER
BOWL, EM 2013, NOS ESTADOS UNIDOS. UMA IMAGEM DA MARCA DE BISCOITOS OREO SOMOU
525 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES NO FACEBOOK E NO TWITTER.
O Baltimore Ravens e o San Francisco
49 estavam em campo para disputar a 47ª edição do Super Bowl, a grande final do
campeonato de futebol americano – e um dos intervalos publicitários mais caros
do planeta (à época, US$ 4 milhões por 30 segundos). Enquanto as equipes se
preparavam para iniciar os dois últimos quartos da partida, um blecaute deixou
metade do estádio na escuridão.
Foi automático. Grande parte dos mais
de 100 milhões de telespectadores que acompanhava o jogo lançou-se sobre as
redes sociais. Essa turma, uma assembleia gigante, estava à caça de informações
sobre o motivo da queda de energia ou apenas passava o tempo em mexericos
diversos.
Nesse instante, a equipe de
publicidade da Mondelez, dona da marca Oreo, publicou a seguinte frase,
acompanhada de uma foto, no Twitter e no Facebook: “Você pode mergulhar o seu
biscoito mesmo no escuro (You can still dunk in the dark)”. O texto remetia à tradicional
maneira usada pelos americanos de embeber a bolacha no leite antes de
consumi-la.
A rede – esse universo tão populoso
quanto indômito – adorou a brincadeira. A expressão foi compartilhada mais de
15 mil vezes no Twitter e no Facebook apenas na primeira hora, com um alcance
de 525 milhões de visualizações da imagem. Além disso, a iniciativa gerou
reportagens em veículos de imprensa (mídia espontânea) de mais de cem países. A
marca Oreo, que nem patrocinava a competição, meteu-se no meio do jogo e fez um
golaço – ou um touchdown, para ser mais preciso – sem suar a camisa.
Quer mais prova do que esta? Se você estiver atento as
possibilidades e vantagens que a internet disponibiliza verá que pode estar perdendo
tempo em não participar desta grande aventura onde existem milhares de
possibilidades de construir seu futuro e aumentar sua renda, ou patrimônio.
Não existe uma receita, um manual,
para a atuação das empresas nessa variedade do marketing. As investidas estão
mais para ações de guerrilha do que para ciência. Afinal, trata-se de uma
prática recente. O termo “real time marketing” começou a ser pesquisado no
Google em 2008, mas a consulta se tornou mais frequente em 2013. O ápice das
buscas deu-se em julho de 2014, durante a Copa do Mundo, quando várias marcas
criaram equipes para atuar em tempo real. A Coca-Cola é um exemplo.
A empresa conta com um time de 50
profissionais atuando em real time marketing somente no Brasil. Essa turma fica
em uma “sala de guerra” (war room), dentro da sede da empresa, no Rio. Lá, há
colaboradores de oito diferentes prestadores de serviço da marca, como agências
de publicidade, gente especializada em monitoramento de redes sociais ou em
produção de conteúdo. O local é chamado de “basement” (porão).
Esse processo foi posto à prova na
Copa, em 2014. Após a tragédia dos 7 a 1, a maioria das empresas ficou muda (ou
seria catatônica?) nas redes sociais. A Coca-Cola reagiu. Publicou a imagem de
um canudo com um nó, colocado dentro da garrafa da marca. O texto dizia: “Um
sentimento: nó na garganta” (veja quadro ao lado).
A decisão de
publicar a mensagem não foi simples. Tratava-se de uma situação delicadíssima.
“Nesse momento, foi importante contar com a proximidade da liderança
corporativa. "Tínhamos de ter clareza que estávamos no caminho correto e aprovar
rapidamente a intervenção”, diz Prandini. No balanço final, a investida foi
bem-sucedida. De acordo com a Coca-Cola, a marca alcançou 92% de menções
positivas nas redes sociais com essa e outras ações durante o Mundial no
Brasil.
Sim, outra grande prova, o mundo
virtual e a observação ao avanço e exposição tecnológica pode mudar sim uma
situação.
Alguma dúvida?Fale conosco através do fone: 11-3441-2122 CEL: (11) 98995-5922 (Watssap)
Email: sonia.galdi@outlook.com



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