O Brasil é um dos países que
registra as maiores taxas de crescimento em e-commerce no mundo e, apesar de
grandes nomes estarem presentes na internet com enormes portais de vendas, a
grande fatia responsável por este crescimento espantoso são as pequenas e
médias lojas virtuais. Estudos apontam que existe muito espaço para desenvolvimento
e crescimento do e-commerce no Brasil se compararmos com a média mundial.
Dados recentes reforçam e
comprovam que as taxas de crescimento nos últimos anos do e-commerce Brasil não
param de crescer.
Apesar de todos os números
expressivos e que merecem sim a comemoração e atenção por parte dos
empresários, ainda estamos longe dos números do mercado americano, que
movimenta US$ 300 bilhões e respondem por cerca de 10% do faturamento do
comércio por ano.
O Brasil tem muito espaço
para as lojas virtuais, só aguardando por novos visionários, afinal quem não
acompanhar a tecnologia no comércio, certamente ficará para trás.
O que esperar do e-commerce
brasileiro em 2017?
Após um ano de tensão na economia
brasileira, 2017 começa com uma perspectiva gradual de estabilização. O mercado
de e-commerce – um dos únicos setores que mantiveram crescimento – prevê um
aumento de vendas pouco maior que a inflação, prevista para 6%.
Embora pareça baixo, um
estudo da Bain & Company aponta que o comércio eletrônico, em 2019, deve
atingir um faturamento de US$ 16 bilhões, frente aos US$ 11 bilhões registrados
em 2015, um aumento bastante significativo no período, mesmo em ritmo menor que
os anos anteriores devido aos desafios econômicos atuais.
No geral, o mercado está
otimista. Uma pesquisa feita com empresários do varejo e prestadores de serviço
pelo SPC Brasil e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra
que 58,4% dos entrevistados acredita que a economia será melhor em 2017 e estão
empolgados para concretizar projetos. 27,6% pretendem ampliar o negócio e 20,9%
devem lançar novos produtos ou serviços.
Parte disso certamente
deve-se à necessidade do consumidor de ter um processo de compra cada vez mais
simplificado e eficiente, com uma experiência única e agradável.
Para tanto, é natural que
empresas que desejam se destacar ou se manter à frente no mercado invistam em
recursos tecnológicos cada vez mais complexos, desde processos logísticos como
estoque e envio, passando pela disposição de produtos nas prateleiras, análise
do perfil do cliente até o pagamento, a fim de agregar mais valor à cadeia de
consumo e tornar a experiência de compra bem próxima ao entretenimento.
Em alguns países, como os
Estados Unidos e China, já são utilizados recursos de realidade aumentada e
realidade virtual para elevar a qualidade da experiência de compras e otimizar
o trabalho do lojista nas diversas etapas no processo de venda.
Aqui no Brasil, estas
tecnologias vêm surgindo com mais lentidão, mas espera-se que o mercado se
adeque a estas tendências para satisfazer o consumidor cada vez mais exigente e
imerso na experiência digital.
No setor de meios de
pagamento, o cenário brasileiro já se mostra bastante maduro em relação à
virtualização de pagamentos, porém com muitas possibilidades de expansão e
inovação, inclusive conectados à tecnologia da Internet das Coisas.
Mais do que o cenário
econômico, o comércio eletrônico passa por um processo intenso de evolução
tecnológica que não pode ser ignorado devido à velocidade com que estas
inovações surgem e se tornam essenciais para os usuários.
Acredito que 2017 será um ano decisivo para
que os players se preparem para o próximo degrau evolutivo, pois em 2018 frutos
significativos poderão ser colhidos. Caso este investimento não seja feito, o
risco de perda de relevância no mercado é bastante alto. Estamos fazendo nossa
parte, posicionando-se e criando o caminho para que as lojas possam, desde já,
digitalizar e otimizar o processo mais sensível da venda, o pagamento.
http://assessoria-marketing-virtual-smg.webnode.com/produtos/a-importancia-de-um-site/
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