Estamos em maio e pode parecer
estranho voltar a falar dos resultados do e-commerce B2C em 2016, mas não é tão
simples esquecer um crescimento de 7,4% (e faturamento de R$ 44,4 bilhões) ou a
previsão de um 2017 capaz de atingir a marca dos R$ 50 bilhões. Com estes
números, o e-commerce B2C não deve encontrar críticas pesadas ao seu
desenvolvimento.
Mas o que muitas pessoas não
sabem, é que do outro lado da internet , o e-commerce B2B cresce a uma taxa
superior a 20% ao ano desde 2010, e já se tornou o maior gerador de receita online do mundo.
Segundo a Frost & Sullivan, ele deve ultrapassar a marca de U$ 6.7 trilhões
em 2020, assumindo o dobro do tamanho do B2C.
Com esse grande potencial e
crescimento acelerado, por que o e-commerce B2B ainda encontra tanta
resistência? Porque ainda é preciso superar alguns tabus:
“O e-commerce não funciona no meu
segmento”
Em 2014, a Thought Leadership
Paper identificou que 49% dos compradores B2B já recorrem ao e-commerce B2C
para realizar compras relacionadas ao trabalho e que 74% dos compradores
desejam um self-service para acessar seus pedidos de compra.
Essa evolução é evidente se
analisarmos o aumento no número de do e-consumidores, que depois de um 2015
relativamente tímido, cresceu 22% e chega a 48 milhões de compradores.
Estamos falando de toda uma nova
geração de compradores que têm mais perto de si um celular do que uma caneta. O
e-commerce B2B não é sobre o que eu vendo, mas para quem eu vendo e se os seus
clientes ainda não compram pela internet é só porque você ainda não ofereceu
isso para eles.
“Sem negociação, venderei menos”
A criação de um relacionamento é
um dos principais motivos que impede o
cliente de comprar com o concorrente e a negociação é aquilo que permite
complementar os pedidos de compra. Sem o toque pessoal, o e-commerce B2B,
dizem, se limita a vender o essencial.
Acontece que um e-commerce B2B de
qualidade é diferente do B2C, e deve permitir a etapa de análise e negociação
com o cliente. Por isso, a verdade é que o virtual não substitui o vendedor, e
o sucesso do e-commerce B2B depende de avaliar as ordens de compra, oferecer
novos itens e manter vivo o relacionamento com o cliente. Para algumas dicas
mais práticas, você pode dar uma olhada em 5 dicas de sobre como vender mais
por meio do e-commerce B2B.
Além disso, o e-commerce B2B
também permite abrir novos mercados e reativar antigos clientes. É comum que
uma grande parte da carteira de clientes esteja inativa. Alguns estão muito
longe das rotas, outros são pouco rentáveis e não compensam a viagem, outros
estão muito ocupados para receber a visita ou atender ao telefone, e em alguns
casos os concorrentes chegam primeiro. Com o e-commerce B2B, a empresa fica à
disposição 24 horas por dia, 7 dias por semana, no mundo inteiro,
possibilitando esses contatos com facilidade.
Outro ponto na contramão do senso
comum, é que por causa do pouco tempo disponível em visitas, o mix de produtos
geralmente é pouco explorado. Neste cenário, fica difícil introduzir promoções
e novidades e até mesmo identificar itens do seu mix que possam complementar
uma venda. Um bom e-commerce B2B consegue apresentar todos os seus produtos aos
clientes e ainda os organiza para otimizar o aumento do ticket.
“Falta uma solução adequada ao meu negócio”
Um e-commerce B2B é muito
diferente do B2C. É preciso atender a política comercial e disponibilizar
tabelas de preços diferentes aos clientes, bloquear o acesso dos concorrentes e
se comunicar com demais sistemas da empresa.
O e-commerce é um canal de vendas
e precisa estar em conformidade com o processo de vendas da empresa, otimizando
cada etapa da negociação – da oferta de produtos ao orçamento e faturamento.
Escolher a tecnologia certa para
o seu negócio é determinante para que uma empresa faça parte dos $6.7 trilhões
de dólares que o e-commerce B2B representará em 2020. Este texto fala sobre 6
dicas práticas para escolher a melhor tecnologia, com os melhores resultados.
Quanto
custa o tabu
O e-commerce B2B é gigante e
continuar nutrindo os tabus cobrará seu preço nos próximos anos. Este é um
movimento que já vimos no B2C. Em 2012, Mike Duke, CEO do Walmart na época,
disse que se arrependia de não ter investido o suficiente para encarar a
Amazon. Mais cedo neste ano, vimos Warren Buffet vender U$ 2 bilhões em ações
do Walmart e comunicar sobre as dificuldades que o varejo físico terá em face
do varejo online.
“I wish we had moved faster.
We’ve proven ourselves to be successful in many areas, and I simply wonder why
we didn’t move more quickly. This is especially true for e-commerce”
Mike Duke, ex-CEO of Walmart Com a vantagem de ter presenciado a
consolidação do B2C, teremos de tomar a mesma decisão para o e-commerce B2B.
Teremos aprendido o suficiente para assumirmos uma posição de liderança neste
movimento ou nos veremos arrependidos, repetindo as palavras de Mike Duke?
É importante pensar, a resposta
para essa pergunta pode custar 7 trilhões de dólares
por Felipe Witt
Qual a diferença
entre B2B E B2C?
Os termos são antigos e segundo
as definições simples, os significados são distintos mas no E-commerce, os
significados tem se transformado e misturado ao longo do tempo.
B2B (Business to Business) é a sigla utilizada no comércio
eletrônico para definir transações comerciais entre empresas. Em outras
palavras, é um ambiente (Plataforma de E-Commerce) onde uma empresa (indústria,
distribuidor, importador ou revenda) comercializa seus produtos para outras
empresas. A natureza dessa operação pode ser revenda, transformação ou consumo.
B2C (Business to Commerce) é a sigla que define a transação
comercial entre empresa (indústria, distribuidor ou revenda) e consumidor final
através de uma plataforma de E-Commerce. A Natureza dessa operação tende a ser
apenas de consumo.
O que caracteriza o tipo de
comércio que uma empresa pratica não é o produto, mas a ATIVIDADE FIM, ou seja,
qual o fim a que é destinado a mercadoria. Isso define o modelo de negócio e as
figurantes atuantes nesse modelo.
Atividade Fim x Figura x Modelo de Negócio:
– Transformação: Indústria vende
seus produtos para outras indústrias. (B2B)
– Revenda: Indústria vende para
distribuidor ou revenda (B2B)
– Revenda: Distribuidor vende
para Revenda (B2B)
– Revenda: Indústria,
Distribuidor ou Atacado vende para Profissional Liberal (B2C)
– Consumo: Distribuidor ou
Atacado vende para Consumidor Final (B2C)
– Consumo: Indústria vende para
Consumidor Final (B2C)
– Consumo: Indústria vende para
Consumidor Final através de Distribuidor ou Atacado (B2B2C)
Acompanhe no
exemplo que muitas empresas acabam por praticar mais de uma modalidade ao mesmo
tempo ou formatos mistos de negócio. O ambiente de compra e de auto atendimento
na loja virtual permanece o mesmo. O que muda são as políticas comerciais de
preço, quantidade, forma e condição de pagamento que são configuradas para cada
público. Essas configurações são determinadas pela criação de perfis e tipo de
usuário.
Tudo muito bem planejado
http://assessoria-marketing-virtual-smg.webnode.com/produtos/a-importancia-de-um-site/
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