Em Minas Gerais, o faturamento foi de R$ 4,8 bilhões. O
crescimento acompanha o maior acesso dos usuários à rede.
Martha
Ramos (c) e as vendedoras Marina e Yasmin comemoram o resultado da venda de
biquínis para todo o país (foto: Lucas Alexandre Souza/Together Fotografia/Divulgacao)
Enquanto o varejo convencional amargou retração no ano passado, o
comércio virtual surfou no caminho contrário. E em Minas Gerais não
foi diferente. O varejo eletrônico faturou R$ 44,4 bilhões no país, em
2016. O estado movimentou R$ 4,8 bilhões, o que representou 10,8% do
total nacional e 19,05% do registrado pela Região Sudeste. O crescimento
no Brasil, frente ao registrado em 2015, foi de 7,4%.
Os dados são do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit, empresa referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. E apontam para um cenário bem diferente do registrado para o varejo total, que registrou queda de 6,2% no ano passado, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Tivemos uma notícia positiva em meio a tantas ruins”, afirma o presidente-executivo do Ebit, Pedro Guasti. De acordo com ele, as expectativas para o comércio eletrônico são ainda melhores: a previsão é de crescimento da ordem de 12%.
A explicação para a ampliação das compras pela internet por mineiros e brasileiros é sustentada por pilares diferentes. O primeiro é o aumento na base de pessoas conectadas. Com mais gente acessando a internet, aumenta o acesso às lojas virtuais. Segundo o relatório, o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015.A popularização dos smartphones no Brasil é outro fenômeno que alavanca os resultados do e-commerce. “Tem mais cidades com 3G e 4G”, observa Guasti. Com isso, o volume de compras feitas por esses aparelhos passou de 12,5%, no total de 2015, para 21,5% das transações de 2016. Por fim, segundo Guasti, a “crise econômica estimula a procura por melhores preços.
A proprietária da loja Dear B., Martha Ramos, tem comemorado os resultados das vendas pelo site, que oferece biquínis e outros acessórios de moda praia, além de vestidos de festa. Sua loja física tem sete anos e há três anos ela optou por também vender pela internet. “O número de pedidos pelo site quase dobrou nos últimos tempos”, observa. Ela, que também tem páginas no Instagram e Facebook, que servem como “boas vitrines”, considera o fato de conquistar clientela de outros estados, como Mato Grosso e Amazonas, como grandes trunfos. “E é uma loja que trabalha sozinha enquanto estamos dormindo.
Os dados são do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit, empresa referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. E apontam para um cenário bem diferente do registrado para o varejo total, que registrou queda de 6,2% no ano passado, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Tivemos uma notícia positiva em meio a tantas ruins”, afirma o presidente-executivo do Ebit, Pedro Guasti. De acordo com ele, as expectativas para o comércio eletrônico são ainda melhores: a previsão é de crescimento da ordem de 12%.
A explicação para a ampliação das compras pela internet por mineiros e brasileiros é sustentada por pilares diferentes. O primeiro é o aumento na base de pessoas conectadas. Com mais gente acessando a internet, aumenta o acesso às lojas virtuais. Segundo o relatório, o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015.A popularização dos smartphones no Brasil é outro fenômeno que alavanca os resultados do e-commerce. “Tem mais cidades com 3G e 4G”, observa Guasti. Com isso, o volume de compras feitas por esses aparelhos passou de 12,5%, no total de 2015, para 21,5% das transações de 2016. Por fim, segundo Guasti, a “crise econômica estimula a procura por melhores preços.
A proprietária da loja Dear B., Martha Ramos, tem comemorado os resultados das vendas pelo site, que oferece biquínis e outros acessórios de moda praia, além de vestidos de festa. Sua loja física tem sete anos e há três anos ela optou por também vender pela internet. “O número de pedidos pelo site quase dobrou nos últimos tempos”, observa. Ela, que também tem páginas no Instagram e Facebook, que servem como “boas vitrines”, considera o fato de conquistar clientela de outros estados, como Mato Grosso e Amazonas, como grandes trunfos. “E é uma loja que trabalha sozinha enquanto estamos dormindo.
Acordo e já vejo os pedidos”, conta.
Martha
também é uma consumidora virtual. “É fácil pesquisar os preços e oferece
muita comodidade”, observa.
De acordo com a assessora econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Juliana Serapio, a justificativa para o forte crescimento do e-commerce está na base de clientes. “O espaço que o comércio eletrônico ocupa ainda é muito pequeno na comparação com o varejo convencional”, explica. Segundo ela, apenas cerca de 5% do faturamento do varejo total é representado pelo on-line. Tal cenário também justifica o grande potencial de crescimento que ainda há no Brasil para as vendas pela internet.
De acordo com a assessora econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Juliana Serapio, a justificativa para o forte crescimento do e-commerce está na base de clientes. “O espaço que o comércio eletrônico ocupa ainda é muito pequeno na comparação com o varejo convencional”, explica. Segundo ela, apenas cerca de 5% do faturamento do varejo total é representado pelo on-line. Tal cenário também justifica o grande potencial de crescimento que ainda há no Brasil para as vendas pela internet.
Comprovado de que o espaço para vendas na WEB apenas começou
no Brasil, o mercado tem muito a crescer e ser explorado.
Pretende ser um empreendedor virtual e vender enquanto
dorme, ainda há tempo e muito espaço aos novos empreendedores,porém, quanto antes começar mais rápido serão suas chances
de crescer.
Alguma dúvida?Fale conosco através do fone: 11-3441-2122
CEL: (11) 98995-5922 (Watssap)
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